segunda-feira, 28 de abril de 2014

Conflito entre a Rússia e a Ucrânia

O limite do império
Bastante esclarecedora essa matéria e nos ajuda a entender as raízes desse conflito
Carta na escola.
Por César Albuquerque, bacharel em Relações Internacionais na USP e mestrando em História Social pela FFLCH-USP.
Disponível em:
http://www.cartanaescola.com.br/single/show/323/o-limite-do-imperio
Acesso em 28/04/2014

Será a ressuscitação da Guerra Fria?

Assim o Ocidente ressuscita a Guerra Fria.
Essa matéria  do blog do site Outras Palavras da Revista Carta Capital, mostra o jogo geopolítico entre Estados Unidos e Rússia.
Por Roberto Savio publicada em 28/04/2014
Disponível em:
http://www.cartacapital.com.br/blogs/outras-palavras/assim-o-ocidente-ressuscita-a-guerra-fria-1788.html
Acesso em 28/04/2014

Qual é o plano de Putin para Ucrânia?
Disponível em:
http://www.cartacapital.com.br/internacional/qual-e-o-plano-de-putin-para-a-ucrania-7194.html
Acesso em 28/04/2014


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP

A Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP reúne a coleção de mapas impressos cedidos ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP), por determinação da Justiça Federal do Estado de São Paulo.

http://www.cartografiahistorica.usp.br/

Escala cartográfica não é tão difícil assim

Aulas sobre escala cartográfica.   https://www.youtube.com/watch?v=T24xayyof3M

A história dos mapas

A história dos mapas - Parte 1/2


Excelente
https://www.youtube.com/watch?v=Vanspwwxr_w

A história dos mapas - Parte 2



A história dos mapas - Parte 2
Acesso em 21/04/2014



Atlas escolar IBGE

Noções de cartografia disponível no site site do IBGE. Alunos explorem o máximo o site, dos conceitos gerais aos conceitos técnicos e os mapas.
Relação de links:
http://atlasescolar.ibge.gov.br/
http://brasil500anos.ibge.gov.br/
http://7a12.ibge.gov.br/


Continentes e oceanos

Muito prático e fácil esse jogo. Vamos jogar?
http://serbal.pntic.mec.es/ealg0027/mmundi2pt.html

Os países Europeus - Puzzle

Vamos jogar e aprender com mapas interativos?
http://serbal.pntic.mec.es/ealg0027/europa3pt.html

Os Estados do Brasil - Capitais dos Estados brasileiros - Puzzle

com esse jogo é muito fácil saber onde estão os Estados brasileiros.

Os Estados da União Europeia (Puzzle)

Muito interessante esse jogo de quebra-cabeça sobre os países da União Europeia, não esquecer que em 2013 mais um país tornou-se integrante da União Europeia, a Croácia.
Esse jogo é sugerido por: Rede Estadual de São Paulo - Marcelo Hideki Suwabe, em: http://escoladigital.org.br/
Este jogo encontra-se disponível em: http://serbal.pntic.mec.es/ealg0027/europ_union3pt.html

Estados da União Europeia

Jogo sugerido por:  Rede Estadual de São Paulo - Marcelo Hideki Suwabe em: http://escoladigital.org.br/

Este jogo encontra-se disponível em:
http://serbal.pntic.mec.es/ealg0027/europ_union2pt.html

Capitais da União Europeia

Jogo sugerido por: Rede Estadual de São Paulo - Marcelo Hideki Suwabe em: http://escoladigital.org.br/
Esse jogo encontra-se disponível em:
http://serbal.pntic.mec.es/ealg0027/europ_union2ptcap.html

domingo, 20 de abril de 2014

O putinismo e seus admiradores

O Estado de São Paulo

Visão Global - Internacional - A11- Domingo, 20 de abril de 2014

O putinismo e seus admiradores

Simpatizantes do presidente russo são mais numerosos do que se imagina - é bom Washington se lembrar disso.
*
Timothy Garton Ash

Diz qual é a tua Ucrânia e te direi quem és. A crise ucraniana é um teste de Rorschach político não apenas para pessoas, mas também para países. O que a situação revela não é nada animador para o ocidente: Vladimir Putin tem mais admiradores ao redor do mundo do que se imagina, para alguém que usa uma combinação neossoviética de violência e de grandes mentiras para desmembrar um Estado vizinho soberano.
Quando digo admiradores, não me refiro apenas aos governos da Venezuela e da Síria, dois dos seus partidários mais declarados. O homem forte da Rússia recebe apoio tácito de algumas das potências mundiais mais importantes, a começar por China e Índia.
Durante uma recente visita à China, as pessoas me perguntavam continuamente o que estava acontecendo na Ucrânia e eu respondia indagando sempre a respeito da atitude chinesa diante da situação. Será que o país que defende  de maneira tão persistente o respeito pela soberania e pela integridade territorial dos países, seja a ex-Iugoslávia ou o Iraque, e também se defronta internamente com algumas possíveis Crimeias (o Tibete ou Xinjiang), não se sente desconfortável pelo fato de a Rússia simplesmente se apoderar de parte de um país vizinho? Bem, respondiam, os aspectos positivos da crise ultrapassam os aspectos negativos.
Os Estados Unidos teriam outra distração estratégica (depois da Al-qaeda, do Afeganistão e do Iraque) nos obstáculos ao seu "pivô" para a região Ásia-Pacífico e para desviar sua atenção da China. Esnobada pelo ocidente, a Rússia se tornaria mais dependente de um bom relacionamento com Pequim. A Ucrânia, que já vende à China equipamentos militares de melhor qualidade do que a Rússia, até o momento, está disposta a compartilhar com seus grandes aliados asiáticos: ora as novas autoridades ucranianas já garantiram sem estardalhaços às autoridades chinesas que o fato de de Pequim não ter condenado a anexação da Crimeia não afetaria seu relacionamento futuro.
Por que não concordar com tudo isso? Além dessa ralpolitk, me disseram, há também um componente emocional. Os líderes chineses, como Xi Jinnping, que cresceu durante o governo de Mao, ainda se entusiasmava instintivamente pelo fato de outro líder não ocidental se opor ao Ocidente capitalista e imperialista.
Mas Putin não tem em mente a secessão imediata: apenas algo com uma grande Bósnia "finlandizada", um país neutro com uma versão de "federalismo" tão ampla que as regiões orientais se tornariam entidades no estilo da Bósnia, na esfera de influência russa.
Entretanto, essa crescente preocupação não chegou a esfriar a recepção calorosa ao chanceler russo, Serguei Lavrov em Pequim, na terça feira. O presidente Xi disse que as relações entre China e Rússia "são as melhore possíveis" e "exercem uma função insubstituível na preservação da paz e da estabilidade mundial".
EUA, só lhes resta chorar! E Pequim está ansioso por recepcionar o presidente Putin na importante reunião de cúpula que se realizará no mês que vem. E não só a China. Um amigo meu, que acaba de regressar da Índia, observa que, com a provável vitória de Narenda Modi e a ascensão do "capitalismo clientelista" da Índia, amigos indianos liberais temem que a maior democracia mundial venha a cultivar uma versão própria de putinismo.
Uma revista satírica indiana chegou a sugerir que Putin foi contratado como chefe "consultor estratégico chefe para a Índia com objetivo de pôr fim, de uma vez por todas, à questão da Caxemira". A propósito, a Índia compra grande parte de suas armas da Rússia. E não só a Índia. Os dois outros parceiros da Rússia no chamado grupo dos BRICS, Brasil e África do Sul, na resolução da Assembleia-Geral da ONU se abstiveram de criticar o referendo da Crimeia. Eles também acompanharam a Rússia expressando "preocupação" com a sugestão do chanceler australiano de que Putin poderia se impedido de participar da reunião de cúpula do G-20, em novembro.
O que o Ocidente enfrenta agora é o desaparecimento de duas gigantescas. Uma , que tem sido comentada exaustivamente, é a mola do descontentamento da mãe Rússia pelo fato de o seu império estar encolhendo nos últimos 25 anos. A outra mola do descontentamento com os séculos de dominação colonial ocidental, que assume formas diferentes nos diferentes países dos BRICS e membros do G-20.
Evidentemente , eles não têm o incansável discurso monolítico da China sobre a humilhação nacional, desde as Guerras do Ópio da Grã-Bretanha. Mas, de uma maneira ou de outra, compartilham de uma profunda preocupação com a própria soberania, a resistência ao fato de americanos e europeus insistirem em lhes dizer o que é melhor para eles e certa satisfação instintiva em ver o tio Sam (sem falar no pequeno John Bull) sendo humilhado por russo agressivo. Viva o putinismo! Obviamente, esse problema não é imediato na Ucrânia, mas é outra questão escancarada pela crise da Europa Oriental. Nesse sentido geopolítico mais amplo, não devemos esquecer de que, à medida que avançarmos no século 21, haverá outras Ucrânia. / Tradução de Anna Capovilla

*
É professor de estudos europeus na Universidade de Oxford

O Estado de São Paulo - Visão Global - Internacional A11
Domingo. 20 de abril de 2014.



segunda-feira, 7 de abril de 2014

A história dos Direitos Humanos

Documentário produzido por United for the Human Rights 
www. humanrights.com
Acesso em 07/04/2014

Mapas e Gráficos para compreender a crise da Ucrânia

Mapas, gráficos e dados são recursos necessários para entendermos a crise da Ucrânia.
http://www.esquerda.net/artigo/mapas-e-gr%C3%A1ficos-para-compreender-crise-da-ucr%C3%A2nia/31800

Mais mapas e gráficos que explicam a crise entre Rússia e Ucrânia
Raízes do conflito - divisão cultural e étnica, além da carência energética, explicam a instabilidade da Ucrânia.
http://www.estadao.com.br/especiais/raizes-do-conflito,224817.htm

A questão da Crimeia: uma disputa histórica

Entenda por que Ucrânia e Rússia brigam pelo controle da Crimeia.
Essa matéria da Folha de São Paulo é muito esclarecedora
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/03/1422015-entenda-porque-ucrania-e-russia-brigam-pelo-controle-da-crimeia.shtml

Cronologia: A crise na Ucrânia
http://blogs.estadao.com.br/radar-global/cronologia-os-protestos-na-ucrania/

Acesso em 12 de abril de 2014